domingo, 7 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
Yoooo!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
Improviso
- Eu sei mãe, mas... – então, eu caí no choro.
- Mel! Pare com isso! Você vai se casar e ponto! –Julie bateu no meu braço, forte.
- Mel, eu sei que os candidatos que queriam se casar com você não eram muito bons, mas você tinha que escolher um.
- Menina! Pare já de chorar! Quero que você entre naquela igreja e se case, ouviu? – Julie me bateu com mais força.
- M-mas mãe, o problema é que... Eu não amo ele!
- Não se casa por amor, filha, se casa por dinheiro. Ele é um lorde! Você vai se casar com o Lorde Mortany sim! – Meu pai, Canor disse.
- Mel, você nunca amou ninguém. Você vai aprender a amá-lo. – Diana tentou me consolar.
- Pare de chorar agora, sua garota imbecil! – Canor, disse. – Você vai se casar com ele! Vai sim!
Os gritos de minha mãe e de meu pai foram se misturando na minha mente, os tapas de minha mãe iam ficando mais forte, e os consolos de Diana não tinham muito efeito. Meu choro cada vez mais forte, soluços. Olhei para a porta da carruagem.
- Mãe, o problema é que ele está sempre com um monte de mulheres! Eu não posso me casar com alguém que não é fiel a mim!
- Filha, não importa se ele é fiel a você! VOCÊ VAI SE CASAR COM ELE! – Julie disse, e parou de me bater, agora gritando, consigo mesma, falando sobre onde tinha errado comigo, e as vezes comigo, brigando, e outras ainda com Canor, falando que a culpa era dele.
-FILHA, VOCÊ VAI SE CASAR COM ELE! OU VOCÊ SERÁ ENFORCADA! – Canor ameaçou.
- Mel, é melhor você casar com ele. Você vai ficar bem, vai transformá-lo em um homem. Será bom para os dois! – Diana continuava tentando me consolar sem sucesso.
Nesse momento, muitas coisas passaram pela minha cabeça. Meu pai estaria disposto a em enforcar, se eu não me casasse com um homem rico. Minha mãe queria que eu me casasse com um homem infiel. Minha família não gostava de mim; Diana, tentando me consolar, eu pude ver que a cara dela não era de pena, mas de prazer, como se gostasse de me ver sofrendo, e tivesse achando tudo bem divertido.
Olhei novamente para a porta. Tinha que funcionar. Certo. Eu coloquei a mão na porta. Os gritos dos meus pais e consolos falsos da Diana se embaralhavam na minha mente novamente. Então, rápido, eu abri a porta e me joguei. Ouvi gritos vindos de todos os lados, antes de cavalos me atropelarem.
De repente, me vi olhando para o meu corpo, deitado na terra. Todos iam à minha direção, minha mãe chorava, não consegui saber se estava com raiva ou triste. Meu pai gritava, e muitas pessoas vinham ver o que estava acontecendo.
A carruagem cujos cavalos havia me atropelado era a do meu noivo. Ele não pareceu muito triste a me ver ali. Ele virou a cabeça e voltou para a carruagem.
Eu fui embora. Passei no meu castelo para pegar minha pintura. E como fantasmas fazem, eu saí vagando. Só com a pintura feita de mim. Vagando, com vestidos sujos e rasgados, na verdade, só um. Com meu colar de recordação. Depois de um tempo, percebi que sempre fora destinada para ser um fantasma. Afinal, porque mais meu nome seria o nome da Deusa dos fantasmas?
Melinoe, esse é o meu nome. Melinoe, o nome da Deusa mais obscura. A Deusa dos espectros.
Não tenho o que fazer no mundo. Sou uma alma, que vaga. Nada mais á fazer. Eu penso. Nos meus erros. Às vezes rezo para morrer, em vez de continuar sofrendo assim. Ninguém pode me ver, mas eu vejo todos. Ninguém pode me tocar, nem me ouvir. Mas eu ouço... Eu tento falar... Mas, eu já sou morta. Uma morta sem rumo. Uma alma que se perdeu no caminho para o mundo dos mortos, e ficou aqui.
Eu não fui destinada para morrer. Muito menos para viver. Mas quem sabe, um dia... Eu ache o caminho para o mundo dos mortos, e possa morrer de verdade?
Ok, o fim ficou bem trash. A história ficou trash. Mas e daí, improviso É trash.
Xau, kissus!
domingo, 26 de setembro de 2010
Novidades


sábado, 25 de setembro de 2010
No OQP....
O meu apartamento no Onigiri não é muito grande. Pouco espaçoso, só que confortável. Nele existem quatro cômodos: A sala, o banheiro, meu quarto e meu “cafofo pessoal”.
O meu quarto, tem uma pintura meio lilás, com uma cortiça bem grande que ocupa uma parede inteira. Nela existem fotos, pôsteres, lembretes, camisetas assinadas e muitas outras coisas inúteis que se pode pendurar em uma cortiça. Um pôster do Crepúsculo todo rabiscado e escrito, coisas como “O Jacob é o melhor!” e chifrinhos no Edward, uma flecha na cabeça da Bella, entre outras.
As fotos sempre bagunçadas, algumas caídas. Na parede da cortiça, tenho uma mesa, com lápis, papel, borracha e caneta. Nela, também tenho uma lâmpada e uma cadeira, para sentar, claro.
A minha cama fica do lado contrário. Rodeada por bichinhos de pelúcias, um despertador no canto da minha mesa de cabeceira e um quadro de imãs onde você pode escrever.
Na minha mesa de cabeceira, existem duas gavetas: Uma com todo tipo de ciosa, desde livros até papéis antigos da escola. Eu tenho medo de arrumar aquilo. Eu juro que algum dia ainda sai um dinossauro lá de dentro.
Na outra gaveta, estão todos os bilhetinhos que eu passei com minhas amigas até hoje. Daqui a pouco eu preciso de um espaço maior para guardá-los...
Em baixo da minha cama, estão entulhadas algumas revistas antigas, umas pulseiras da copa e m senhor cabeça de mata sem nariz (Um trágico acidente que envolve um cachorro, um pedaço de carne, e eu).
Na minha cômoda, uma pequena gaveta com minhas lições de casa que eu fiquei com preguiça de guardar na pasta e alguns materiais de pintura e desenho.
No canto da cômoda, um pequeno Notebook, que eu quase nunca uso. Pelos fatos de: Ele estar empoeirado e provavelmente quebrado; Eu tenho um computador maior e melhor que aquilo; Eu aposto que aquilo lá pertenceu á Dercí Gonçalves quando nova.
Do lado da cômoda, uma espremida mesa de computador, com somente o meu computador, um teclado, um mouse, uma antena de internet e fones de ouvido.
Quando quero usar o computador, mecho na minha cadeira, de um lado para o outro, afinal, pra que ter duas cadeiras?
Uma pequena janela, entre minha cama e meu computador, está sempre aberta. Mas isso não me faz acordar mais cedo.Pra isso serve o despertador.
Agora vamos para a sala: Quando eu saio do meu quarto, dou direto com a sala. Pequena, mas confortável. Um sofázinho na frente de uma mesa com uma pequena televisão. Meu Wii está posicionado perto da TV, e o meu aparelho de Karaokê também.
Ao lado do sofá, tem um microondas, e em cima do microondas sempre muitos sacode pipoca. Ao lado do microondas, uma maquina de café. Do outro lado do sofá, um frigobar. Pequeno e eficiente, se você quer saber.
Na frente do sofá, um colchão com muitas almofadas. Quando recebo visitas (raramente) E elas não cabem todas no sofá, elas sentam ali.
Uma varanda pequena, com cortinas que não a tapam todas, fica a direita, me dando uma vista muito bonita de vários blogs.
O meu “cafofo pessoal”, originalmente era a cozinha. Mas eu só preciso de um frigobar, pipoca, um microondas e uma maquina de café. Pra mim está bom.
Uma estante cheia de livros está no fundo. Nela eu guardo todos os livros que eu já li. (o que são muitos)
Uma mesa, no meio, onde eu me sento para ler. E mais na frente, um antigo piano de armário, marrom. O banco dele abre, e é La que eu guardo minhas partituras. E é claro, perto da minha estante, um altar a Ártemis e Hades, bem grande, e para outros deuses, como Hécate, Poseidon, Athena, Melinoe, etc, menores.
Lá eu escrevo, leio, toco piano e canto. Um pequeno espaço livre no cafofo me da liberdade para dançar, melhor do que na sala. Um altar cheio das minhas orações matinais ao Harry Potter e ao Percy Jackson está perto da mesa no centro.
O banheiro não é grande coisa, como todo o resto. Cheio de azulejos lilases e brancos. Uma privada e um bidê, entre os dois, papel higiênico e um lixo.
Na frente, uma pia, com um armário em baixo, com remédios e brinquedos. Em cima, um espelho. Ao lado da pia, pasta de dente, escova, elástico, grampos, esmalte, entre outros.
Ao lado direito do armário da pia, tem duas cadeiras cheias de revistas e gibis para eu ler no banheiro. Então, uma banheira não muito grande, com um shampoo, um condicionador e um sabonete apoiados na beirada, e um chuveiro, na banheira.
Esse é meu apartamento (alias, só mais uma coisa sobre ele: ele NUNCA está arrumado): Agora vou falar do meu dia-a-dia.
Acordo às sete da manhã, todo dia, com meu despertador. A luz que vem na janela bate na minha cara, o que me ajuda a acordar de mau humor.
Primeiro, eu rezo minhas orações ao Percy Jackson e ao Harry Potter. Depois, tomo uma chuveirada fria e coloco uma roupa qualquer. Então eu subo e desço os 146 andares do Onigiri quantas vezes for preciso, dando bom dia para todo mundo, ganhando xingamentos, pedradas, e outros, por acordar todo mundo as 8 da manhã! E volto pro meu apartamento, mais ou menos ás 9:00.
Assisto alguma coisa, enquanto como pipoca/ comida chinesa/ comida japonesa/ pizza E alguma bebida. Fico assim até o meio dia, e vou checar os blogs: Os meus e os que eu acompanho. Normalmente converso um pouco com outros moradores, ou não moradores. Por volta da 13:00 eu volto para casa para treinar karaokê. Agradeço aos meus vizinhos, Nick dmn e Victor, por agüentarem isso.
Passo uma hora mais ou menos trinando, e vou para o meu cafofo e treino piano. Agradeço novamente aos meus vizinhos por não reclamarem do barulho nem do meu piano velho e desafinado.
Passo uma hora assim e vou desenhar/ler/escrever. Por volta das 16:00 eu tomo um banho de banheira com meus brinquedos e meus patinhos de borracha, Kalina e Kolino, e demoro mais ou menos meia hora no banho. Fico meia hora jogando The sims, Ragnarok ou outro jogo no meu PC, e vou assistir novela das sete, Ti ti ti. Aos domingos, eu assisto Faustão.
Às oito horas eu vou escrever/ler/desenhar/brincar no computador. Essa é uma hora sem muita rotina fixa. Ás nove horas, eu rezo minhas orações noturnas á Percy Jackson e Harry Potter. Fico no PC até uma da manhã, e peço desculpas se já acordei alguém por gritos de palavrões no meio da noite.
Eu escolho quando eu vou dormir. Vária, da meia noite, às quatro da manhã.
Essa é a minha rotina, monótona e entediante. Mas eu não me canso dela. Sei lá porque, é uma rotina tão inútil. Mas a minha vida é inútil, então fazer o quê, né?
segunda-feira, 16 de agosto de 2010

